
Casa Jeju
Um projeto de interiores com inspiração japonesa
A Casa Jeju é um projeto de interiores com inspiração japonesa, pensado para traduzir em espaço o estilo de vida de Isis. Empreendedora, mãe solo e apaixonada pela cultura asiática, ela escolheu a ilha de Jeju, na Coreia do Sul, para construir uma rotina mais calma, essencial e próxima da natureza.
Conhecida internacionalmente pelos k-dramas, Jeju reúne paisagens vulcânicas, forte tradição agrícola e pesqueira e uma cultura local muito particular, distante do ritmo cosmopolita de Seul.
Essa escolha de vida orienta também o projeto de interiores. Adepta do slow living, Isis prefere poucos e bons: objetos com significado, materiais que envelhecem bem e um mobiliário selecionado com cuidado. A casa nasce dessa mesma lógica — menos excessos, mais permanência.

Com dimensões generosas e uma planta naturalmente favorável à circulação, o projeto partiu menos da necessidade de corrigir o espaço e mais do cuidado em mobilia-lo. A distribuição foi pensada para preservar percursos livres, garantir conforto entre as peças e manter uma leitura ampla do ambiente, sem excessos.
O mobiliário foi selecionado a partir de escala, proporção e função: poucos elementos, nas dimensões adequadas, com armazenamento suficiente e flexibilidade para diferentes cenas de iluminação. Nesse projeto de interiores, a sensação de aconchego depende da precisão das escolhas.
As texturas assumem papel central na construção da atmosfera. Tecidos, superfícies e acabamentos acrescentam profundidade, contraste e calor ao espaço, tornando um layout aparentemente simples em uma composição sensorial e singular.


Referências
O que inspirou?
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Cerâmica Chinesa
Com inspiração na porcelana chinesa e na dobradura, o papel de parede de tons neutros e design floral trás a delicadeza da arte asiática para a cabeceira da cama.
O modernismo brasileiro
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O modernismo brasileiro é a linguagem que mais naturalmente dialoga com o design japonês: linhas retas, formas depuradas e valorização da simplicidade aproximam as duas tradições. A ausência de ferragens aparentes reforça essa leitura, deixando a peça mais limpa e contínua.


A arte tátil
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O quadro introduz textura, luz e sombra sem recorrer à cor, deixando o protagonismo cromático para a luminária de piso. Tratada como uma escultura funcional, a peça combina iluminação e presença decorativa, com motivos de fauna e flora que evocam a tapeçaria do Antigo Oriente.
Estudo de atmosfera
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